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Estou feliz

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Este projecto experimental consiste num pequeno video-clip que une a poesia de "Eu=mc2" e a interpretação do artista "Alma Nova" (actual "Johneudai"), captado num só take - one shot film, através de uma câmara doméstica compacta, antiga e ordinária. This experimental project consists of a small video-clip joining the poetry of “Eu=mc2” and its interpretation by the artist “Alma Nova” (nowadays “Johneudai”), in a one shot film captured by an old and ordinary compact domestic camera. Detalhes / Details: Interpretação / Featuring: Alma Nova (Johneudaí) Letra / Lyrics: Eu=mc2 - http://euigualmc2.blogspot.pt/2015/09/estou-feliz.html Realização e Fotografia / Cinematography and Direction: Pedro Vee Produção / Production: © 2012 medium vee Blog: :http://euigualmc2.blogspot.com País / Country: Portugal Idioma / Language: Português / Portuguese Duração / Runtime: 4:23

Reunião

Urge! Iminente a espera interminável que em vão me esforço a ignorar... Mas vou chegar primeiro! Pelas trincheiras e refúgios, por terra, mar ou ar, ou pelo que quer que seja que se atravessar! Vou-me levantar e brindar, Aos fragmentos recolhidos e aos estilhaços por encontrar...

Levanto!

Levanto-me. Caio. Levanto-me. Caio. Levanto-me. Caio-me… Levanto!

Bem-vindo!

A ti. Ao teu regresso. De quem às vezes me esqueço. Apareces e desapareces. Sem dar por isso, Adormeces... Vai! Podes ir. Não leves a mal, Não é com ânimo leve. Embora te sinta vir, Por enquanto é desigual. Até breve!

Mr. Past?

Excuse me Mr. Past? Mr. Present is here to see you. He says Mr. Future is coming. He says that Mr. Future rides at the same speed as you Mr. Past! But Mr. Present... Mr. Present believes he can change Mr. Future. Mr. Past? Should I let Mr. Present in?

Nós

Os meus olhos desejaram os teus, Porque arqueavam a íris, sem chuva nem sol nem céus… As minhas mãos acariciaram as tuas, Porque tranquilizavam a cabeça de quem contara mil luas… Os meus ouvidos e a tua voz, Deram-me as notas soltas que apertaste com mais de trezentos nós…

Manifeustações

Surpreendem-me as manifestações do meu ser. Sei que são minhas porque se revelam intrínsecas a algo exterior. Chego sempre sem saber para onde ia, E as batatas por cavar fazem-me salivar.